domingo, 18 de fevereiro de 2018

O nosso mar

O planeta Terra é conhecido por “Planeta azul”. Isto deve-se ao facto de mais de 75% da superfície terrestre ser mar. O mar, indispensável à vida e tão explorado mas tão misterioso, ora tão calmo e manso ora agitado e mortífero, cheio de biodiversidade, beleza e também horrores.
O mar sempre foi e continua a ser usado pelo e para o mundo em geral: serve para produção de energia, locomoção e tantas outras aplicações.
Alguns países, como Portugal, só são o que hoje são devido ao mar. Portugal usou, desde muito cedo, o mar para se perder por ele fora… para descobrir. E foi isso mesmo que fez, razão pela qual é, nos dias de hoje, invejado por outros, por ser o pai dos descobrimentos, por ter dado “novos mundos ao mundo”, ter atravessado lugares “nunca dantes navegados” e temidos por todos. Mas, como tudo na vida, Portugal não ganhou apenas, também perdeu… e se perdeu! Quantas lágrimas salgadas largadas por mães que temiam ver os seus no fundo deste mar tão nosso, tão misterioso. Deste mar provieram sempre os recursos, tão adorados, tão saborosos, os nossos peixes que o oceano sempre nos ofereceu.
Atualmente, Portugal já não usa o mar para descobrimentos, até porque hoje já tudo está descoberto, pelo menos à superfície. Atualmente, Portugal usa-o para produção de energia, pesca e deslocação e muitas mais finalidades. E como não havia de assim ser pergunto eu? Todos sabem, ou deviam saber, que Portugal, embora pareça pequenino, a parte terrestre, aquele pedacinho que Espanha perdeu nas batalhas, é apenas 3% de todo o território português.
Graças a tudo isto, descobrimentos, pesca e muitas mais razões, Portugal está obrigatoriamente associado ao mar, sendo esse também o tema de inúmeros poemas, canções, peças de teatro.
É por tudo isto que digo, com Vergílio Ferreira, que “Da minha língua se vê o mar” e que, com orgulho me digo português!

Frederico Melanda, n.º 09, 11.º C

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